domingo, 4 de maio de 2008

QUINTA DO RIBEIRO

Quanta água já correu no Ribeiro,
Ungindo as terras da margem.
Indo da Relvinha à Foz do Ribeiro
Numa curta e tranquila viagem.
Tantas pessoas, desde o primeiro
Arranjaram aqui sua vantagem.

Dos grandes Neves foi rico tesouro
O chão da quinta valeu quase ouro.

Refúgio de momentos complicados
Inicio de novos sonhos produtivos
Baluarte de ideias avessas aos fados,
Escuta agora estes poemas altivos,
Inventando meios aos planos iniciados.
Resiste, motivada por sonhos vivos,
Onde os campos se mantém pastados.

Michael Gonçalves
in livro "Canto ao Sarzedo"

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